sábado, 17 de outubro de 2015

Áudios raros comemoram aniversário de Silvania Alves


Silvania emocionada com a homenagem 

Em comemoração ao aniversário da apresentadora do "Você é Curioso?" no dia 15 de outubro, fizemos uma homenagem surpresa no quadro Interferência (dedicado a "reconstituir" momentos históricos do rádio). Ouça no player:

Silvania Alves cresceu ouvindo o miado do gato nas manhãs da Rádio Bandeirantes, mas não imaginava que um dia assumiria a coordenação e eventualmente até o comando do tradicional "Pulo do Gato". 

Neste especial, você conhece um pouco da trajetória da jornalista. Nos mais de 20 anos em que está na emissora, Silvania aparece no áudio como repórter, locutora e também cantando em edições do "Você é Curioso?". 

Com o apoio do CEDOM (Centro de Documentação e Memória da Bandeirantes), comandado por Milton Parron, temos acesso a:
-  um boletim de Estradas de 1º de abril de 1998, em que é relatada a queda de uma passarela na via Dutra;
- uma simulação da primeira edição do radiojornal 1ª Hora; 
- trecho de uma edição do Manhã Bandeirantes, sob o comando de Silvania Alves;

No final, Lucas Teodoro Abud canta ao vivo, no estúdio, a música "Thinking out Loud", de Ed Sheeran. Acompanhe o vídeo...







sábado, 12 de setembro de 2015

Interferência traz peças raras nos 93 anos do rádio


Acompanhe a minha "Interferência" deste sábado, dia 12 de setembro de 2015. Você vai viajar por momentos importantes da história do rádio:
Anos 1920 - Depoimento de Roquette-Pinto sobre a criação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.
Anos 1930 - Ademar Casé e Nássara relembram como surgiu o primeiro jingle em 1932.
Anos 1940 - Abertura da primeira radionovela: Em Busca da Felicidade.
Anos 1950 - Ângela Maria Canta
Anos 1960 - Walter Silva (o Pica-Pau) chama Lolita Rodrigues para dividir a apresentação do aniversário de 2 anos do Pickup do Pica-Pau, na Rádio Bandeirantes. 
Anos 1970 - Hélio Ribeiro e sua tradicional tradução livre para o português.
Anos 1980 - Teste de locução feito para a estreia da Rádio Cidade de SP, em 1979.

Clique aqui e siga na sintonia de nossas peças raras também no Facebook.




domingo, 26 de julho de 2015

Uma História de Futebol no Museu Pelé - edição dos 14 anos do "Você é Curioso?"

Mesmo não sendo o primeiro sábado do mês, o Interferência entrou em campo para contar uma singela história de futebol.
Relembramos os anos 1940, em que as noites de domingo eram marcadas pelas sessões do "Cinema em seu Lar", criação de Otávio Gabus Mendes (que depois seria levada também à Record, como "Cinema em Casa") que dramatizava filmes que estavam em cartaz nas telonas. 
Nessa nossa versão adaptamos para o rádio o curtametragem dirigido por Paulo Machline, lançado em 1998 e concorrente do Oscar em 2001, "Uma História de Futebol", que narra um episódio da infância de Pelé, pelo ponto de vista do amigo Zuza. 

A história se passa no ano de 1950 e envolve lembranças em relação ao time 7 de Setembro, de Bauru. O roteiro é assinado por José Roberto Torero, Maurício Arruda e pelo próprio Machline. A trilha original é de Marcelo Zarvos (da qual extraímos a base para nossa reconstituição).
Ouça no player. 



Últimos preparativos para a festa. Marcelo Duarte e Silvania passam o roteiro. Luiz Américo, o som.



                
Interferência e Coincidência...
Um dia antes de levarmos ao ar nossa adaptação da história de futebol envolvendo a infância do Rei, o Todas as Vozes, do meu amigo radialista e professor Marco Aurélio levou ao ar uma rara entrevista de Pelé, concedida ao MIS - Museu da Imagem e do Som - em que ele relembra episódios de sua infância. É só clicar aqui para ouvir

Ouça mais Interferência em www.interferenciaradiobandeirantes.blogspot.com 


segunda-feira, 6 de julho de 2015

Santos-Dumont e a conquista do ar


Em 1973, para comemorar o centenário de Santos Dumont, o elenco de radioteatro da Nacional do Rio de Janeiro deu voz à Conquista do Ar. O roteiro foi escrito por um dos principais nomes da tradicional emissora carioca, Lourival Marques. A equipe contou com outros artistas de primeira linha. Daisy Lucide atuou e também foi a responsável pela direção do elenco. Na supervisão musical, o maestro Luiz Almeida se encarregou de dar clima aos sonhos e realizações do pai da aviação. 

Nesta edição do Interferência, damos asas a uma passagem desta homenagem a Santos-Dumont, que nasceu em 20 de julho de 1873. As interpretações são de Marcelo Duarte, Silvania Alves e Chico Prado.


Se o player não estiver visível, acesse: http://yourlisten.com/ProfessorAbud/interferncia-santos-dumont-e-a-conquista-do-ar#ixzz3fA5wSkpj

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Interferência: Antonio Carvalho e o Bandeirantes Frequência Balançada

Carvalho começou na Bandeirantes como noticiarista de Os Titulares da Notícia, em 1969
Nas últimas três edições, interferimos em programas que, de uma forma ou de outra, tiveram o envolvimento de Hélio Ribeiro no comando da Bandeirantes. Há dois meses, lembramos do Álbum de Recordações, com Moraes Sarmento, criado mas não aprovado para ir ao ar pela emissora (acabou sendo um grande sucesso na Rádio Gazeta). Em maio, foi a vez do Poder da Mensagem do próprio Hélio. Desta vez, uma criação que marcou época no início dos anos 1970: Bandeirantes Frequência Balançada. Um programa de AM que antecipou muito do ritmo do que seria levado ao ar uma década depois em FM. Aqui, o saudoso Carvalho relembra como surgiu e evoluiu o Frequência Balançada, em edição do Bandeirantes a Caminho do Sol de 2002.

Se o player não estiver visível, clique aqui: http://yourlisten.com/ProfessorAbud/interferncia-antonio-carvalho-e-a-frequncia-balanada-06#ixzz3cU1aCJNG


Para ouvir edições anteriores do Interferência, clique aqui

sábado, 2 de maio de 2015

Interferência: O Poder da Mensagem, de Hélio Ribeiro


O Poder da Mensagem de Hélio Ribeiro foi transmitido por algumas das principais emissoras de rádio de São Paulo, entre as décadas de 60 e 90. A voz única e a interpretação marcante do comunicador faziam o ouvinte refletir por meio de frases e pensamentos ora contundentes, ora bem-humorados.

As mensagens de Hélio Ribeiro continuam a ecoar mesmo depois da morte dele, em 2000. Fãs dos valores irradiados pelo criativo diretor e apresentador de rádio criaram o Memorial Hélio Ribeiro. De lá pra cá, se empenham em digitalizar fitas com trechos de programas, retransmitir e até dar novo sentido a esse poder da mensagem.

É o caso da homenagem editada no Memorial Hélio Ribeiro que foi enviada por Sidney Magrini, por ocasião do aniversário de 75 anos da Rádio Bandeirantes, em 2012. Aproveitamos a proximidade de mais uma data festiva da emissora para destacar um trecho dessa mensagem no áudio que pode ser conferido no player abaixo. 


Para conhecer mais sobre Hélio Ribeiro, acesse www.helioribeiro.com.br 


sábado, 4 de abril de 2015

O "Álbum de Recordações" do saudoso Moraes Sarmento

Acompanhe no player abaixo o Interferência sobre Moraes Sarmento:
Se o player não estiver visível, clique aqui para acessar o conteúdo

Nesta edição, homenageamos o saudoso Moraes Sarmento e relembramos o "Álbum de Recordações", que foi criado para a Rádio Bandeirantes, mas reprovado por Hélio Ribeiro. Nos anos 1990, já na Rádio Gazeta de São Paulo, Sarmento colocou o quadro no ar.
Na foto, o apresentador rodeado de ouvintes e também do operador de áudio Ogarth Santos (à esquerda), no estúdio da Gazeta AM.



Alguns ouvintes ainda têm em mente a expressão “Mil Novecentos e Moraes Sarmento”, que indicava um período auspicioso da nossa música e uma época feliz da existência do apresentador que ficou mais de duas décadas na Rádio Bandeirantes.
Rubens Moraes Sarmento ingressou no rádio em 1937, como operador de som de uma emissora de Campinas, cidade em que nasceu.

Entre 1958 e 1980, comandou um dos programas de maior audiência da Bandeirantes. Nas noites paulistanas, a atração que levava o nome do apresentador era líder absoluto ao apresentar o que considerava a verdadeira Música Popular Brasileira, em especial aquelas gravadas nos anos 1930, 40 e 50.  Na emissora também esteve à frente do "Almoço à Brasileira", dedicado ao samba tradicional. 

Uma das marcas registradas do programa era a proximidade que tinha com o ouvinte. Quem tem mais de 40 anos deve se lembrar do sonoro abraço do Moraes. 

Na TV, Sarmento foi apresentador da Record, ainda nos anos 50, e mais tarde chegou a dividir a apresentação do programa Viola, minha viola, da Cultura, com Inezita Barroso. Levou ainda seu jeito único de conversar com o ouvinte para emissoras como Gazeta e Capital. Nelas, um dos quadros que apresentava era o Álbum de Recordações, que lembramos nesse Interferência.