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domingo, 13 de setembro de 2020

Interferência - Paulo Gracindo em início de carreira no rádio

A primeira transmissão de TV no Brasil aconteceu em 18 de setembro de 1950. Mesmo com o surgimento do novo meio de comunicação, o rádio permaneceu em sua fase de ouro até meados daquela década, com a prevalência de grandes produções. 


Em 1952, Paulo Gracindo era o galã da radionovela "O Direito de Nascer", onde vivia o personagem Albertinho Limonta. No humor, o ator também brilhava com a interpretação do Primo Rico, no "Balança mas não cai". Ambos os programas ganharam versões televisivas nos anos 1960. 

Aqui lembramos de uma passagem do quadro "Primo Rico, Primo Pobre", em que Gracindo dividia as atenções com Brandão Filho. Veja nesta edição do Interferência, quadro que é apresentado semanalmente no "Olá, Curiosos!", programa que dá continuidade ao tradicional "Você é Curioso?", que permaneceu no ar por 19 anos na Rádio Bandeirantes. 


A edição completa em homenagem aos 70 anos da TV você pode acompanhar neste link



sábado, 16 de maio de 2020

O Repórter Esso e o anúncio do fim da 2ª Guerra






Durante mais de duas décadas, o Repórter Esso foi o principal noticiário do rádio. O jornalístico entrou no ar em 28 de agosto de 1941, quando o Brasil passou a apoiar os aliados na 2ª Guerra Mundial. Testemunha ocular da história. O slogan dava a dimensão da credibilidade que o Repórter Esso transmitia ao público.

Em cada grande capital do país, havia um jornalista que assumia o noticiário, mas o domínio da Rádio Nacional do Rio de Janeiro fez com que Heron Domingues se tornasse o mais conhecido em todos os cantos do Brasil.

Quando havia rumores de que o conflito estava para terminar, Domingues, com o objetivo de ser o primeiro a dar as últimas, outra assinatura do Repórter Esso, decidiu dormir na Rádio Nacional. A ideia era que, assim que chegasse o telegrama anunciando a rendição alemã, todos soubessem da boa nova na voz dele.
O Repórter Esso Heron Domingues

No entanto, depois de duas semanas, exausto, Heron Domingues foi convencido pelo assistente do departamento artístico da emissora, o Paulo Tapajós, a ir para casa descansar.

Mas antes, o jornalista gravou em uma fita o anúncio do fim da guerra. Se ele não estivesse na Nacional quando a informação chegasse, o áudio seria colocado no ar e outro jornalista complementaria a notícia que teria sido de toda forma trazida na voz de Heron Domingues.

Acontece que no momento em que o conflito acabou, a direção da rádio não encontrou a fita. Nesse meio tempo, até que a Nacional trouxesse a notícia, outra rádio importante da época, a Tupi do Rio de Janeiro, na voz de Décio Luiz chegou a anunciar o desfecho do conflito, mas fato é que a população só acreditou mesmo quando Heron Domingues foi testemunha ocular também dessa história.

Neste boletim, acompanhe um trecho do documentário que o mais importante Repórter Esso relembra como foi essa passagem da carreira dele.
Acompanhe também o episódio 15 do podcast Peças Raras, com uma edição especialmente dedicada ao Repórter Esso. 







segunda-feira, 6 de julho de 2015

Santos-Dumont e a conquista do ar


Em 1973, para comemorar o centenário de Santos Dumont, o elenco de radioteatro da Nacional do Rio de Janeiro deu voz à Conquista do Ar. O roteiro foi escrito por um dos principais nomes da tradicional emissora carioca, Lourival Marques. A equipe contou com outros artistas de primeira linha. Daisy Lucide atuou e também foi a responsável pela direção do elenco. Na supervisão musical, o maestro Luiz Almeida se encarregou de dar clima aos sonhos e realizações do pai da aviação. 

Nesta edição do Interferência, damos asas a uma passagem desta homenagem a Santos-Dumont, que nasceu em 20 de julho de 1873. As interpretações são de Marcelo Duarte, Silvania Alves e Chico Prado.


Se o player não estiver visível, acesse: http://yourlisten.com/ProfessorAbud/interferncia-santos-dumont-e-a-conquista-do-ar#ixzz3fA5wSkpj

sábado, 20 de dezembro de 2014

Especial de Natal 2014 - Nascimento de Jesus, em trecho da Paixão de Cristo

A equipe do "Você é Curioso?" interferindo em estórias que fizeram história no rádio

Em 1959, a vida de Jesus foi radiofonizada por Giusepe Ghiaroni e apresentada em 7 capítulos durante a Semana Santa.
A paixão de Cristo era narrada por Cesar Ladeira e contava com todo o antigo cast de radioteatro da Nacional do Rio de Janeiro. Nessa fase de ouro, a emissora tinha uma centena de artistas contratados.
Celso Guimarães e Milton Rangel são apenas alguns dos grandes nomes que continuam vivos na memória de quem – à época - acompanhava religiosamente as dramatizações de rádio.
Para refletir sobre o verdadeiro significado do Natal, reviva nossa interferência em uma das passagens dessa história divina.

(Se o player não estiver visível, clique aqui para ter acesso ao áudio)


Nelson Wolter, nosso sonoplasta e maestro da mesa de som