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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016



O primeiro Interferência de 2016 aconteceu na edição especial sobre esgrima, do "Você é Curioso?", no Sesc Pompeia. O blog e-farsas, do colaborador Gilmar Lopes, publicou um vídeo com os bastidores da atração. As imagens foram captadas pelo "e-farsinha". Se você é um ouvinte à moda antiga, feche os olhos e ouça. Mas se é realmente curioso, veja o vídeo. 

Sobre esta edição
Alter-ego de Don Diego de La Vega, Zorro foi criado em 1919. A história do Cavaleiro Solitário é publicada inicialmente em cinco partes na revista All-Story Weekly. No ano seguinte, sob a direção de Douglas Fairbanks, a saga do herói é adaptada pela primeira vez para o cinema, no filme A Marca do Zorro, que alcança sucesso comercial. 

A propósito, a marca adotada pelo personagem é a letra Z, que é feita com sua espada e deixada em paredes e roupas de seus inimigos como sinal de sua passagem. Com movimentos rápidos como os de uma raposa - tradução para o português da palavra zorro -, Diego é educado na Europa e retorna à Califórnia para defender os fracos e oprimidos, em meados do século 19. Sua imagem é construída com uma máscara e capa negras, a espada que empunha e a presença de seu inseparável cavalo. 

Em 1957, o seriado Zorro estreia na TV norte-americana, sob a tutela dos Estúdios Disney. Um dos primeiros representantes do gênero capa e espada também teve algumas adaptações para o rádio. Uma das mais conhecidas, As Aventuras do Zorro, apresentou episódios de curta duração baseados na história original publicada no livro A Marca do Zorro. Seis décadas depois, para você que é curioso, vamos dramatizar uma passagem dessa obra escrita por Johnston McCulley.

Neste Interferência, o elenco é composto por Marcelo Duarte (Zorro) e sua esposa Maisa Zakzuk (Lolita), Gilmar Lopes (narrador), Antonio Mier (Governador). Participações especiais de Antonio, filho de Marcelo Duarte e do "e-farsinha", na câmera. 

Abaixo, fotos do elenco do Interferência em ação. 


Sentados: Marcelo Duarte e Maisa Zakzud
Em pé: à esquerda, Gilmar Lopes; no meio, Antonio Mier; na ponta direita, Marcelo Abud










sábado, 20 de dezembro de 2014

Especial de Natal 2014 - Nascimento de Jesus, em trecho da Paixão de Cristo

A equipe do "Você é Curioso?" interferindo em estórias que fizeram história no rádio

Em 1959, a vida de Jesus foi radiofonizada por Giusepe Ghiaroni e apresentada em 7 capítulos durante a Semana Santa.
A paixão de Cristo era narrada por Cesar Ladeira e contava com todo o antigo cast de radioteatro da Nacional do Rio de Janeiro. Nessa fase de ouro, a emissora tinha uma centena de artistas contratados.
Celso Guimarães e Milton Rangel são apenas alguns dos grandes nomes que continuam vivos na memória de quem – à época - acompanhava religiosamente as dramatizações de rádio.
Para refletir sobre o verdadeiro significado do Natal, reviva nossa interferência em uma das passagens dessa história divina.

(Se o player não estiver visível, clique aqui para ter acesso ao áudio)


Nelson Wolter, nosso sonoplasta e maestro da mesa de som

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Interferência - O Direito de Nascer

Capa de um dos exemplares da revista Radioteatro,
em que a radionovela foi publicada na íntegra, em 1952.
Nesta edição do quadro que conduzo todo primeiro sábado do mês no "Você é Curioso?", da Rádio Bandeirantes, acompanhe uma adaptação livre da radionovela de maior audiência de todos os tempos, no Brasil: O Direito de Nascer.

A nova versão conta com um elenco de profissionais da Rádio Bandeirantes: Salomão Ésper (narrador), Marcelo Duarte (Dr. Alberto Limonta), Silvania Alves (Maria Teresa), Antonio Mier (Dr. Pezzi), Marcelo Abud (D. Rafael), Fernanda Albino (Dª. Conceição), Débora Raposo (Maria Helena), Laura Dal Rovere (Maria Dolores) e Chico Prado (Alfredo Martins).
Ouça no player abaixo ou clique aqui:

SOBRE A RADIONOVELA: 
Em 1952, depois de ter sido transmitida em Cuba e em alguns países latino-americanos, chega ao Brasil a radionovela O Direito de Nascer. 
A trama vai ao ar às segundas, quartas e sextas, às 8 da noite, pela emissora que era uma das mais ouvidas do mundo naquela época: a Nacional do Rio de Janeiro. 
Durante cerca de dois anos, as famílias de todo o Brasil se reúnem em torno do rádio para acompanhar o drama vivido pela jovem Maria Helena.