segunda-feira, 8 de junho de 2015

Interferência: Antonio Carvalho e o Bandeirantes Frequência Balançada

Carvalho começou na Bandeirantes como noticiarista de Os Titulares da Notícia, em 1969
Nas últimas três edições, interferimos em programas que, de uma forma ou de outra, tiveram o envolvimento de Hélio Ribeiro no comando da Bandeirantes. Há dois meses, lembramos do Álbum de Recordações, com Moraes Sarmento, criado mas não aprovado para ir ao ar pela emissora (acabou sendo um grande sucesso na Rádio Gazeta). Em maio, foi a vez do Poder da Mensagem do próprio Hélio. Desta vez, uma criação que marcou época no início dos anos 1970: Bandeirantes Frequência Balançada. Um programa de AM que antecipou muito do ritmo do que seria levado ao ar uma década depois em FM. Aqui, o saudoso Carvalho relembra como surgiu e evoluiu o Frequência Balançada, em edição do Bandeirantes a Caminho do Sol de 2002.

Se o player não estiver visível, clique aqui: http://yourlisten.com/ProfessorAbud/interferncia-antonio-carvalho-e-a-frequncia-balanada-06#ixzz3cU1aCJNG


Para ouvir edições anteriores do Interferência, clique aqui

sábado, 2 de maio de 2015

Interferência: O Poder da Mensagem, de Hélio Ribeiro


O Poder da Mensagem de Hélio Ribeiro foi transmitido por algumas das principais emissoras de rádio de São Paulo, entre as décadas de 60 e 90. A voz única e a interpretação marcante do comunicador faziam o ouvinte refletir por meio de frases e pensamentos ora contundentes, ora bem-humorados.

As mensagens de Hélio Ribeiro continuam a ecoar mesmo depois da morte dele, em 2000. Fãs dos valores irradiados pelo criativo diretor e apresentador de rádio criaram o Memorial Hélio Ribeiro. De lá pra cá, se empenham em digitalizar fitas com trechos de programas, retransmitir e até dar novo sentido a esse poder da mensagem.

É o caso da homenagem editada no Memorial Hélio Ribeiro que foi enviada por Sidney Magrini, por ocasião do aniversário de 75 anos da Rádio Bandeirantes, em 2012. Aproveitamos a proximidade de mais uma data festiva da emissora para destacar um trecho dessa mensagem no áudio que pode ser conferido no player abaixo. 


Para conhecer mais sobre Hélio Ribeiro, acesse www.helioribeiro.com.br 


sábado, 4 de abril de 2015

O "Álbum de Recordações" do saudoso Moraes Sarmento

Acompanhe no player abaixo o Interferência sobre Moraes Sarmento:
Se o player não estiver visível, clique aqui para acessar o conteúdo

Nesta edição, homenageamos o saudoso Moraes Sarmento e relembramos o "Álbum de Recordações", que foi criado para a Rádio Bandeirantes, mas reprovado por Hélio Ribeiro. Nos anos 1990, já na Rádio Gazeta de São Paulo, Sarmento colocou o quadro no ar.
Na foto, o apresentador rodeado de ouvintes e também do operador de áudio Ogarth Santos (à esquerda), no estúdio da Gazeta AM.



Alguns ouvintes ainda têm em mente a expressão “Mil Novecentos e Moraes Sarmento”, que indicava um período auspicioso da nossa música e uma época feliz da existência do apresentador que ficou mais de duas décadas na Rádio Bandeirantes.
Rubens Moraes Sarmento ingressou no rádio em 1937, como operador de som de uma emissora de Campinas, cidade em que nasceu.

Entre 1958 e 1980, comandou um dos programas de maior audiência da Bandeirantes. Nas noites paulistanas, a atração que levava o nome do apresentador era líder absoluto ao apresentar o que considerava a verdadeira Música Popular Brasileira, em especial aquelas gravadas nos anos 1930, 40 e 50.  Na emissora também esteve à frente do "Almoço à Brasileira", dedicado ao samba tradicional. 

Uma das marcas registradas do programa era a proximidade que tinha com o ouvinte. Quem tem mais de 40 anos deve se lembrar do sonoro abraço do Moraes. 

Na TV, Sarmento foi apresentador da Record, ainda nos anos 50, e mais tarde chegou a dividir a apresentação do programa Viola, minha viola, da Cultura, com Inezita Barroso. Levou ainda seu jeito único de conversar com o ouvinte para emissoras como Gazeta e Capital. Nelas, um dos quadros que apresentava era o Álbum de Recordações, que lembramos nesse Interferência.





sábado, 7 de março de 2015

Love Songs da Cidade e a relação entre a ouvinte e Fernando Moreno

Atualmente, quando ligamos o rádio em alguma emissora popular de FM, às 10 da noite, invariavelmente nos deparamos com um programa de músicas e mensagens românticas. O primeiro do gênero foi o Love Songs, que entrou no ar em 1982, na Rádio Cidade.
Um dos pontos altos era o Momento Love Songs, em que a (o) ouvinte contava sua
Ouça no player abaixo o quadro Interferência, com Marcelo Duarte e Silvania Alves, que relembra o Love Songs nessa edição:

Capas de alguns discos que ganhei na Rádio Cidade, nos anos 1980
"Tudo pronto, tudo preparado, do jeito que você gosta, à sua maneira...
Claro! A gente vai passar mais quatro horas juntos. Tem que estar tudo certinho, tudo na medida". Este tom intimista marcava a abertura de um programa que marcou época no rádio FM a partir do início dos anos 1980. 
Havia ainda espaço para o ouvinte entrar por telefone e concorrer a prêmios. O mais cobiçado, sem dúvida, foi a triplex do Opium Motel. Em casa, no trabalho, na rua, o Love Songs deixava a noite mais gostosa e fazia o clima junto com o ouvinte. O programa – o original – foi transmitido até 2007, já pela Band FM. À época, a frequência 96,9, de São Paulo (quem em 2001 havia mudado de nome para Sucesso), havia sido adquirida pelo Grupo Bandeirantes de Rádio e transformado-se na BandNews (que está completando 10 anos no ar agora em 2015).
Hoje, as líderes Band e Nativa têm suas atrações para os apaixonados nas mesmas faixas da extinta Rádio Cidade: na hora do almoço e no fim de noite.

Nessa edição do quadro que produzo e que vai ao ar todo primeiro sábado do mês na Rádio Bandeirantes, Marcelo Duarte e Silvania Alves interferem nesta história e reconstituem um momento Love Songs. Você ouve também Fernando Moreno contando uma curiosa confusão gerada por uma carta escrita por uma ouvinte do programa. 

Apaixone-se por esse Interferência.
O Momento Love Songs encontra paralelo em quadros como o História de amor, do programa Quem ama não esquece, levado ao ar diarimente, das 11 às 12 h, pela Band FM. Ouça uma dramatização feita em 2012 com Murillo e Marcinha.  


sábado, 7 de fevereiro de 2015

Interferência 2015 - Os Trapalhões na Turma da Maré Mansa

Elenco do Interferência. Da esquerda para a direita: Marcelo Abud, Silvania Alves,
Sérgio Miranda, Marcelo Duarte e Warde Marx
Primeiro sábado do mês é dia de Interferência. Na nova temporada, que teve início em fevereiro de 2015, o destaque foi o humorístico A Turma da Maré Mansa. O programa, patrocinado pelas lojas Impecável Maré Mansa, foi apresentado a partir nos anos 1960 pela Rádio Mauá do Rio de Janeiro. Nos anos 70, fez história pela antiga Tupi e, nos 80, marcou época também pela Rádio Globo. 

Aqui, relembramos uma participação dos Trapalhões no programa. O roteiro foi feito a partir de um áudio original, enviado pelo radialista Hugo Kochenborger da Rosa, que mantém o museu virtual do rádio no blog Outras Bossas

Confira no player abaixo ou clique aqui para ouvir o Interferência. 

sábado, 20 de dezembro de 2014

Especial de Natal 2014 - Nascimento de Jesus, em trecho da Paixão de Cristo

A equipe do "Você é Curioso?" interferindo em estórias que fizeram história no rádio

Em 1959, a vida de Jesus foi radiofonizada por Giusepe Ghiaroni e apresentada em 7 capítulos durante a Semana Santa.
A paixão de Cristo era narrada por Cesar Ladeira e contava com todo o antigo cast de radioteatro da Nacional do Rio de Janeiro. Nessa fase de ouro, a emissora tinha uma centena de artistas contratados.
Celso Guimarães e Milton Rangel são apenas alguns dos grandes nomes que continuam vivos na memória de quem – à época - acompanhava religiosamente as dramatizações de rádio.
Para refletir sobre o verdadeiro significado do Natal, reviva nossa interferência em uma das passagens dessa história divina.

(Se o player não estiver visível, clique aqui para ter acesso ao áudio)


Nelson Wolter, nosso sonoplasta e maestro da mesa de som

sábado, 1 de novembro de 2014

Guerra dos Mundos ganha releitura

Elenco desse Interferência
(da esquerda para a direita) Sérgio Miranda, Marcelo Abud,
Silvania Alves, Marcelo Duarte e Warde Marx
(a montagem da foto é de Antonio Mier)
Em 30 de outubro de 1938, a partir das 8 da noite, uma transmissão de rádio leva pânico aos Estados Unidos. No então horário nobre do rádio, em Nova Iorque, entra no ar mais um Teatro Mercury.

O programa semanal era transmitido pela CBS para uma pequena audiência. Isto até aquela véspera de Dia das Bruxas, quando o jovem diretor Orson Welles adapta para o radioteatro o romance A Guerra dos Mundos.
Ouça no player nossa Interferência neste episódio que mudou a comunicação em todo o mundo. 


A escolha da linguagem jornalística para narrar a chegada de marcianos que usavam um raio mortífero causa tumulto. Quem pegou o episódio começado, pensou que era uma reportagem e imediatamente ligou para familiares e amigos. Logo milhões de ouvintes estavam com seus aparelhos sintonizados na CBS.

Ao rever esse episódio, a Revista Cinelândia, há 50 anos, assim descreve o que se deu naquela noite:
“O pânico começou. Carros corriam a 120 nas estradas, telefones tocavam sem parar, famílias inteiras deixavam suas casas... mobilizou-se a milícia de Nova Jérsei. Do outro lado dos Estados Unidos, em São Francisco, voluntários se apresentavam para defender o país, mulheres e crianças se refugiavam nas igrejas... houve quem se atirasse em um rio de Nova Iorque, ao ouvir que os marcianos desciam a 5ª Avenida.”

Assista ao vídeo com os bastidores do quadro. 



Elenco ensaia antes do programa
Clique aqui e acompanhe todos os episódios do Interferência, desde 2011